sexta-feira, 7 de setembro de 2012


SEÇÃO CLICK - Morro do Chapéu-BA.


Entrada da Gruta do Cristal, Morro do Chapéu-BA.
Vista interna da Gruta do Cristal. Morro do Chapéu-BA. 

Paredões de estromatólitos. Formação Caboclo. Morro do Chapéu - BA.

Estromatólitos estratiformes da Gruta do Cristal. Morro do Chapéu-BA.
Bioherma da Gruta do Cristal. Morro do Chapéu-BA.
Bioherma da Gruta do Cristal. Morro do Chapéu-BA.
Visão de planta de estromatólitos colunares. Fazenda do Arrecife, Morro do Chapéu-BA.

Alguns integrantes do História Fossilizada na Fazenda do Arrecife 
(Da esquerda para a direita: Alanna, Fernando, Valéria e Milane).
Morro do Chapéu-BA.

Uma dos integrantes do História Fossilizada na Cachoeira do Ferro Doido: Camila Santana.
Morro do Chapéu-BA.

Biostroma colunar. Fazenda Arrecife, Morro do Chapéu-BA.
Alguns discentes da turma com a docente Rita Barreto e o monitor Silas 
na Fazenda do Arrecife. Morro do Chapéu-BA.

Estromatólitos colunares. Fazenda do Arrecife, Morro do Chapéu-BA.

Turma de Paleontologia 2012.2 e o guia Sr. Gilmar na Fazenda do Arrecife. Morro do Chapéu-BA.

Encontro entre Biohermas de estromatólitos colunares e laminares. Fazenda do Arrecife,
 Morro do Chapéu-BA.



Uma dos integrantes do História Fossilizada: Renata Vasconcelos. 
Morro do Chapéu-BA.

Muro feito com estromatólitos na Fazenda do Arrecife. Morro Do Chapéu-BA.

Um dos integrantes do História Fossilizada: Fernando Silva. 
Morro do Chapéu-BA.

Turma de Paleontologia 2012.2 nas mediações da Fazenda Arrecife. Morro do Chapéu-BA.


Vista panorâmica da Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.


Entrada da Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu.


Turma de Paleontologia 2012.2 e o guia sr. Gilmar e os monitores Silas e Nathana
 em frente a Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.

Alguns representantes do História Fossilizada de frente com a 
entrada da Gruta dos Brejões. (Da esquerda para a direita: 
Fernando,Alanna, Valéria e Milane). Morro do Chapéu-BA.


Entrada Gruta dos Brejões, Morro do Chapéu-BA.

Vista interna da Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.



Presença da forte crença religiosa dos fiéis na Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.

Formação Calcária. Gruta do Brejões. Morro do Chapéu-BA.

Estalagmite encontrada dentro da Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.

“Bolo de noiva” formação calcária (estalagmite). Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.

Alguns discentes da turma o monitor e o guia dentro da 
Gruta do Cristal de frente ao ''Bolo de Noiva''. Morro do Chapéu-BA. 

Espeleotema. Coluna formada pela união de uma estalactite com uma estalagmite.
Gruta dos Brejões. Morro do Chapéu-BA.

Dolina - depressão superficial do terreno (buraco de Possidônio). Morro do Chapéu-BA.



Turma de Paleontologia 2012.2 na dolina nomeada de Buraco do Possidônio
Morro do Chapéu-BA.

Moradia de populações quilombolas que habitam a região. Morro do Chapéu-BA.



Interação com a população quilombola local da região. Morro do Chapéu-BA.

Pôr-do-sol de Morro do Chapéu. Morro do Chapéu-BA.

Registro de despedida da turma de Morro do Chapéu na Pousada Ecológica das Bromélias. 
Morro do Chapéu-BA.

VALEU MUITO A PENA 
CONHECER E INTERAGIR COM ESSA 
GENEROSA GEOGRAFIA!!

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

APRENDIZAGEM GEOPALEONTOLÓGICA EM MORRO DO CHAPÉU


A viagem para Morro do Chapéu teve como objetivo estudar e conhecer os aspectos geopaleontológicos das formações que se encontram presentes naquela região. Um dos assuntos abordados pela docente da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia- UESB, Rita de Cássia A. B. Barreto foi sobre estromatólitos. A palavra estromatólito vem do grego (stroma= camada e lithos = rochas). Os estromatólitos são vestígios de vida mais antigos na Terra, datam cerca de 3,5 milhões de anos. Estromatólitos são fósseis que foram originados por cianobactérias que, ao captarem os carbonatos existentes nos meios onde viviam, e ao metabolizá-los, os depositavam nas suas membranas celulares e, assim, foram-se desenvolvendo em camadas sucessivas, alternando com partículas sedimentares sobre um substrato rígido. Neste processo, segregam-se carbonatos de cálcio que fixam e cimentam finas partículas dispersas na água o que originam as lâminas que se sobrepõem e fazem crescer os montículos que tendem a formar colunas verticalizadas.
É indescritível a sensação de estar diante de um processo que ocorreu há milhões de anos, e a satisfação é maior quando lembramos que os estromatólitos são provas da atividade dos seres que possivelmente foram os responsáveis pela geração de parte do oxigênio da atmosfera primitiva terrestre, permitindo assim o surgimento de diversas formas de vida. Maravilhoso estar lá!  
Fomos contemplados ainda com uma visita à algumas cavernas, dentre as quais fizemos uma coleta na Gruta do Cristal para estudos científicos. Esse tipo de ambiente caracterizado por se originar de uma série de processos geológicos que podem envolver uma combinação de transformações químicastectônicas, biológicas e atmosféricas, ocorrem frequentemente em terrenos sedimentares, e mediante às condições ambientais exclusivas do local, esse ecossistema dispõe de uma fauna específica e especializada para viver em ambientes escuros e sem vegetação nativa. Outros animais, como os morcegos, podem transitar entre seu interior e exterior a fim de buscar proteção, reproduzir-se, se alimentar, entre outros.
A coleta realizada nesse tipo ambiente foi bastante produtiva e para a realização da mesma, utilizamos de instrumentos bastante práticos, tais como pá de jardinagem para a escavação do local, sacos para a coleta do material, objetos de etiquetagem para registrar os dados obtidos, lápis e caderneta para descrever o local, já que foram realizadas em três pontos distintos da gruta. Em seguida o material foi triado e como era de se esperar, nesses locais encontramos ossos e estruturas corporais de animais carvenícolas que podem vir a se tornar fósseis no futuro. Posteriormente o material foi trazido ao laboratório da UESB para que fossem fotografados e identificados a fim de obter dados para o estudo à ser realizado. 
Também visitamos a Gruta dos Brejões que pertence a uma APA (Área de Proteção Ambiental), e pudemos prestigiar espeleotemas grandiosos uma delas conhecida como “bolo de noiva”, a qual é uma estalagmite. Espeleotemas são formações calcárias que se formaram por meio de precipitações químicas secundárias a partir de águas saturadas em carbonatos de cálcio. E estalagmites são espeleotemas cilíndricos ou cônicos que cresce no piso, muitas vezes em direção a uma estalactite. Estalactite é o espeleotema alongado e verticalizado no teto de uma gruta. Mas a beleza e esplendor dessa gruta não se restringe a seus espeleotemas, também pode-se prestigiar uma parte inundada da gruta pelo Rio Jacaré, seus canyons e muito mais.
Através das visitas realizadas pudemos compreender melhor o que foi visto em sala de aula concretizando o conhecimento sobre os fósseis. Outro aspecto muito interessante foi conhecer estruturas tão antigas, algumas datadas de aproximadamente no Mezopaleozóico, e poder perceber a riqueza e beleza que nos é oferecida e está tão perto da gente, mas que infelizmente ainda não tem o seu devido valor.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Fóssil de dinossauro emplumado é encontrado na Alemanha


Em 02 de Julho de 2012, pesquisadores alemães anunciaram nesta segunda-feira a descoberta de um fóssil de uma cria que pode ser a evidência mais antiga de um dinossauro carnívoro emplumado que não tinha ligação direta com as aves.


O fóssil pode ser de um dinossauro jovem do período jurássico, de 170 milhões de anos atrás, indica o estudo, publicado nas Atas da Academia Nacional de Ciências (PNAS, sigla em inglês).

O animal, chamado Sciurumimus albersdoerferi, é o "fóssil de megalossauro mais completo até agora", assinala o estudo.

O grupo de megalossauros inclui uma grande variedade de dinossauros carnívoros que chegaram a medir nove metros de comprimento e pesar uma tonelada.

O fóssil, de um dinossauro jovem com as mandíbulas abertas e o rabo estendido acima da cabeça, foi encontrado em uma pedreira da Baviera, sul da alemanha. A cria tinha, provavelmente, o crânio grande, patas traseiras curtas e a pele lisa, e estava coberta de plumas.

No começo do ano, paleontólogos chineses anunciaram ter encontrado uma espécie de dinossauro gigante com plumas, que pesava o mesmo que um carro e estava ligado ao Tyrannosaurus Rex. A peça foi datada em 125 milhões de anos, ou meados do período cretáceo, apogeou do longo reinado dos dinossauros no planeta.

A nova espécie foi batizada de Yutyrannus huali, nome surgido do latim e mandarim e que significa "tirano de plumas preciosas".

ENCONTRADO FÓSSIL DE DINOSSAURO NO TRIÂNGULO MINEIRO!!


 (Universidade Federal de Uberlândia/Divulgação)Descobertas em Campina Verde, na Região do Triângulo, valorizam ainda mais o patrimônio paleontológico de Minas e surpreendem os cientistas. Em escavações no município, a 676 quilômetros de Belo Horizonte, às margens da rodovia federal da BR-364, ligando São Paulo (SP) a Cuiabá (MT), a equipe da Universidade Federalde Uberlândia (UFU) encontrou fósseis com cerca de 70 milhões de anos pertencentes, conforme as primeiras avaliações, a um tipo de dinossauro que poderia ter até 15 metros de comprimento. O achado divulgado pelo coordenador da equipe, o professor e paleontólogo Douglas Riff, do Instituto de Biologia da universidade, inclui um íleo (osso da bacia) e um conjunto de vértebras. Há mais de mês, foi encontrado um osso com mais de um metro de comprimento no mesmo local. “Vamos continuar o trabalho para retirar o restante do material. Tudo indica que estamos diante de uma nova espécie de dinossauro que existiu em Minas”, disse Riff, que participa, em Recife (PE), do 8º Simpósio Brasileiro de Paleontologia de Vertebrados.
Os primeiros ossos do titanossauro retirados da rocha estão no laboratório da universidade, informa Riff, que lembrou se tratar de partes de um dinossauro saurópode, um tipo herbívoro, de pescoço longo, quadrúpede do qual há algumas espécies conhecidas no Brasil. A diferença está nas dimensões do animal pré-histórico. 

sábado, 18 de agosto de 2012


FOTOGRAFIAS

Observatório Astronômico Antares (seção: espaço natureza)- Feira de Santana -BA 




Amostra de diferentes ecossistemas com animais empalhados cedidos pelo IBAMA.


Esqueleto de primata.


Amostras esqueléticas de organismos vertebrados. De cima para baixo e da esquerda para a direita (Esqueleto de jibóia, esqueleto de rã, plastrão de cágado, esqueleto e casca de cágado, e mandíbula de tubarão)



Museu Geológico da Bahia (seção: paleontologia)  - Salvador - BA

Fragmento de estromatólito resultante da atividade biológica de cianobactérias. 


Fósseis de Trilobitas.


Réplica de Mastodonte.


Paleobotânica: Tronco Lignificado.


Fósseis de folha de samambaia e tronco recente lignificado (esquerda à direita).


Fóssil de grilo conservado em lâmina de calcário.


Ictiofóssil (fóssil de peixe) conservado em lâmina de calcário.


Ictiofóssil (fóssil de peixe) conservado em nódulo de calcário.


Fóssil de Amonóide fragmentado. 


Paleobotânica: Molde de folhas.


Ossos com incrustação de carbonato de cálcio.


Esqueleto de Mastodonte.


Placas componentes da carapaça de tatu gigante.


Pata de dinossauro fossilizada.